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Si me quieres escribir

Teruel, 8 de enero de 1938. El Ejército Popular de la República rinde la primera y única capital de provincia que conquistará en toda la guerra, un éxito que incluso hace abrigar la esperanza de una victoria final sobre Franco. A la caída de Teruel han contribuido decisivamente las tropas de la 84.ª Brigada Mixta republicana, protagonistas de durísimos combates casa por casa, calle por calle. Algunos de los mayores reporteros de guerra del siglo XX, como Robert Capa, Ernest Hemingway y Herbert L. Mathews, compartirán con los soldados de esta unidad las jornadas clave de la batalla, y reflejaron en sus crónicas y fotografías su heroica actuación. Pero apenas doce días después de haber contribuido al triunfo más resonante de la República en toda la guerra, las fuerzas de la 84.ª Brigada Mixta sufren un castigo feroz ordenado por su propio bando, que lleva finalmente a la disolución de la unidad. Como afirma el autor, ninguna otra unidad en la contienda encadenó de manera tan brutal los pasajes de la gloria y del castigo, ni cruzó tan rápidamente a los ojos de su bando la línea que separa a los héroes de los traidores. Ninguna otra protagonizó en tan breve lapso de tiempo la cara y la cruz de la guerra.
Si me quieres escribir reconstruye un capítulo oculto de la Guerra Civil, que adquiere por primera vez su verdadera dimensión como una de las historias humanas más intensas y conmovedoras de aquel conflicto. Con testimonios de supervivientes, partes de operaciones, informes militares, periódicos y memorias de los protagonistas de la batalla de Teruel, Pedro Corral ofrece un relato vivo y trepidante de un episodio que trasciende a los avatares de la guerra de España para reflejar la tenue frontera que ha existido siempre entre la épica y la tragedia a lo largo de la historia del hombre.

Teruel, 8 de enero de 1938. El Ejército Popular de la República rinde la primera y única capital de provincia que conquistará en toda la guerra, un éxito que incluso hace abrigar la esperanza de una victoria final sobre Franco. A la caída de Teruel han contribuido decisivamente las tropas de la 84.ª Brigada Mixta republicana, protagonistas de durísimos combates casa por casa, calle por calle. Algunos de los mayores reporteros de guerra del siglo XX, como Robert Capa, Ernest Hemingway y Herbert L. Mathews, compartirán con los soldados de esta unidad las jornadas clave de la batalla, y reflejaron en sus crónicas y fotografías su heroica actuación. Pero apenas doce días después de haber contribuido al triunfo más resonante de la República en toda la guerra, las fuerzas de la 84.ª Brigada Mixta sufren un castigo feroz ordenado por su propio bando, que lleva finalmente a la disolución de la unidad. Como afirma el autor, ninguna otra unidad en la contienda encadenó de manera tan brutal los pasajes de la gloria y del castigo, ni cruzó tan rápidamente a los ojos de su bando la línea que separa a los héroes de los traidores. Ninguna otra protagonizó en tan breve lapso de tiempo la cara y la cruz de la guerra.
Si me quieres escribir reconstruye un capítulo oculto de la Guerra Civil, que adquiere por primera vez su verdadera dimensión como una de las historias humanas más intensas y conmovedoras de aquel conflicto. Con testimonios de supervivientes, partes de operaciones, informes militares, periódicos y memorias de los protagonistas de la batalla de Teruel, Pedro Corral ofrece un relato vivo y trepidante de un episodio que trasciende a los avatares de la guerra de España para reflejar la tenue frontera que ha existido siempre entre la épica y la tragedia a lo largo de la historia del hombre.

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Serotonina

**Romance lírico, irónico, cruel, cirúrgico e profético, Serotonina é uma radiografia do futuro que nos espera, atravessada pelo olhar sempre provocador de Michel Houellebecq.**
***«O escritor Michel Houellebecq é incapaz de escrever um romance que não infrinja regras ou em que a provocação esteja ausente. Serotonina, o seu novo livro, não escapa à tradição.»***
***Diário de Notícias***
***«Michel Houellebecq pode bem ser o romancista mais interessante dos nossos tempos.»***
***Evening Standard***
Florent-Claude Labrouste tem quarenta e seis anos, é funcionário do Ministério da Agricultura e detesta o seu nome. Divide o apartamento na periferia de Paris com Yuzu, a namorada japonesa, muitos anos mais jovem. Cínico, profundamente desesperançado e intimamente só, tudo lhe parece insuportável: a França está à beira do precipício, a Europa ameaça ruir, a sua vida é um beco sem saída.
A descoberta de uns vídeos comprometedores da namorada, que ele planeava há muito abandonar, leva-o a despedir-se de muito mais: deixa o emprego, a namorada e a casa, e aluga um quarto de hotel. Dedica os dias a divagar e deambular pelos bares, restaurantes e lojas da cidade. E descobre Captorix, um antidepressivo que liberta serotonina e lhe devolve a possibilidade de aguentar o dia-a-dia mas lhe rouba aquilo que poucos homens estariam dispostos a perder.
Aproveita a ruptura radical para rememorar o passado: as aspirações e ideais de jovem agrónomo; as relações amorosas, de fim desastroso; a nostalgia de um amor perdido; e o reencontro com um velho amigo aristocrata, que o ensina a manusear uma espingarda. Entre passado e futuro, é-lhe forçoso contemplar, com uma feroz acidez, um mundo sem bondade, desumanizado, atingido por mutações irreversíveis.
Com Serotonina, romance-profecia de um futuro pouco perfeito, Houellebecq reafirma-se uma vez mais como um cronista impiedoso da decadência da sociedade ocidental, um escritor indómito, incómodo e por isso imprescindível.
r
**Os elogios da crítica:**
«O que impede de ler os livros de Houellebecq e ver os filmes de Lars Von Trier é uma espécie de inveja. Não porque inveje o seu sucesso, mas porque ler esses livros ou ver esses filmes obrigar-me-ia a contemplar o quão excelsa pode ser uma obra e o quão inferior é o meu trabalho.»
Kark Ove Knausgård
«Um livro de sonho no panorama actual da literatura francesa.»
Paris Match
«Houellebecq assina um grande romance de um homem em risco de morrer de tristeza, numa civilização à beira do colapso.»
Elle
«Um livro sofisticado, urticante, dramático e ao mesmo tempo ligeiro, que põe a política no centro da vida de um homem.»
Marianne
«De um realismo absoluto, nunca ninguém foi tão longe na representação do real.»
France Inter
«Houellebecq conseguiu mais uma vez. Tem um olfacto indiscutível para captar aquilo a que os alemães chamam o zeitgeist: o espírito dos tempos.»
El País
«Um romance demolidor, apesar de na sua escuridão cintilar uma esperança. Houellebecq é um autor de génio.»
El Mundo
«Está entre os melhores romancistas contemporâneos e é um dos poucos que arrisca perscrutar com previsão cirúrgica o desaire global em que estamos imersos.»
Io Donna
«Entre, caro leitor, na escuridão da terra de amanhã e empreenda a viagem rumo ao fim da noite.»
Der Spiegel
«Um livro que mostra um novo Houellebecq, um homem que acredita pelo menos na possibilidade de felicidade.»
Der Standard

**Romance lírico, irónico, cruel, cirúrgico e profético, Serotonina é uma radiografia do futuro que nos espera, atravessada pelo olhar sempre provocador de Michel Houellebecq.**
***«O escritor Michel Houellebecq é incapaz de escrever um romance que não infrinja regras ou em que a provocação esteja ausente. Serotonina, o seu novo livro, não escapa à tradição.»***
***Diário de Notícias***
***«Michel Houellebecq pode bem ser o romancista mais interessante dos nossos tempos.»***
***Evening Standard***
Florent-Claude Labrouste tem quarenta e seis anos, é funcionário do Ministério da Agricultura e detesta o seu nome. Divide o apartamento na periferia de Paris com Yuzu, a namorada japonesa, muitos anos mais jovem. Cínico, profundamente desesperançado e intimamente só, tudo lhe parece insuportável: a França está à beira do precipício, a Europa ameaça ruir, a sua vida é um beco sem saída.
A descoberta de uns vídeos comprometedores da namorada, que ele planeava há muito abandonar, leva-o a despedir-se de muito mais: deixa o emprego, a namorada e a casa, e aluga um quarto de hotel. Dedica os dias a divagar e deambular pelos bares, restaurantes e lojas da cidade. E descobre Captorix, um antidepressivo que liberta serotonina e lhe devolve a possibilidade de aguentar o dia-a-dia mas lhe rouba aquilo que poucos homens estariam dispostos a perder.
Aproveita a ruptura radical para rememorar o passado: as aspirações e ideais de jovem agrónomo; as relações amorosas, de fim desastroso; a nostalgia de um amor perdido; e o reencontro com um velho amigo aristocrata, que o ensina a manusear uma espingarda. Entre passado e futuro, é-lhe forçoso contemplar, com uma feroz acidez, um mundo sem bondade, desumanizado, atingido por mutações irreversíveis.
Com Serotonina, romance-profecia de um futuro pouco perfeito, Houellebecq reafirma-se uma vez mais como um cronista impiedoso da decadência da sociedade ocidental, um escritor indómito, incómodo e por isso imprescindível.
r
**Os elogios da crítica:**
«O que impede de ler os livros de Houellebecq e ver os filmes de Lars Von Trier é uma espécie de inveja. Não porque inveje o seu sucesso, mas porque ler esses livros ou ver esses filmes obrigar-me-ia a contemplar o quão excelsa pode ser uma obra e o quão inferior é o meu trabalho.»
Kark Ove Knausgård
«Um livro de sonho no panorama actual da literatura francesa.»
Paris Match
«Houellebecq assina um grande romance de um homem em risco de morrer de tristeza, numa civilização à beira do colapso.»
Elle
«Um livro sofisticado, urticante, dramático e ao mesmo tempo ligeiro, que põe a política no centro da vida de um homem.»
Marianne
«De um realismo absoluto, nunca ninguém foi tão longe na representação do real.»
France Inter
«Houellebecq conseguiu mais uma vez. Tem um olfacto indiscutível para captar aquilo a que os alemães chamam o zeitgeist: o espírito dos tempos.»
El País
«Um romance demolidor, apesar de na sua escuridão cintilar uma esperança. Houellebecq é um autor de génio.»
El Mundo
«Está entre os melhores romancistas contemporâneos e é um dos poucos que arrisca perscrutar com previsão cirúrgica o desaire global em que estamos imersos.»
Io Donna
«Entre, caro leitor, na escuridão da terra de amanhã e empreenda a viagem rumo ao fim da noite.»
Der Spiegel
«Um livro que mostra um novo Houellebecq, um homem que acredita pelo menos na possibilidade de felicidade.»
Der Standard

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Sereno en el peligro

Escribir de la Guardia Civil es escribir de España. Sereno en el peligro. La aventura histórica de la Guardia Civil ofrece un recorrido por el devenir español, desde 1844, en busca de un alínea vertebradora que nos explique lo que de excepción tiene un cuerpo de seguridad pública que se conoce con el apelativo de benmérito: sus peculiaridades, sus claroscuros, sus miserias y, pese a todo, sus glorias. Lorenzo Silva, que ya conoce el éxito con sus novela sobre los guardias civiles Bevilacqua y Chamorro, se aventura por el ensayo en busca del «carácter de esta peculiar institución y de los hombres, y más recientemente mujeres, que la integran». Contra los tópicos más arraigados, que sobre el Cuerpo existen, esta obra presenta una interpretación personal del papel histórico de la institución. Muchos españoles todavía la ven como una entidad reaccionaria, cuando en realidad es una creación de la España liberal y ha sido históricamente motor de progreso.

Escribir de la Guardia Civil es escribir de España. Sereno en el peligro. La aventura histórica de la Guardia Civil ofrece un recorrido por el devenir español, desde 1844, en busca de un alínea vertebradora que nos explique lo que de excepción tiene un cuerpo de seguridad pública que se conoce con el apelativo de benmérito: sus peculiaridades, sus claroscuros, sus miserias y, pese a todo, sus glorias. Lorenzo Silva, que ya conoce el éxito con sus novela sobre los guardias civiles Bevilacqua y Chamorro, se aventura por el ensayo en busca del «carácter de esta peculiar institución y de los hombres, y más recientemente mujeres, que la integran». Contra los tópicos más arraigados, que sobre el Cuerpo existen, esta obra presenta una interpretación personal del papel histórico de la institución. Muchos españoles todavía la ven como una entidad reaccionaria, cuando en realidad es una creación de la España liberal y ha sido históricamente motor de progreso.

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Sentido y Sensibilidad y Monstruos Marinos

La popularísima novela de Jane Austen convertida en una enternecedora historia de amor con nuevas escenas pobladas de gigantescas langostas, pulpos voraces, serpientes marinas de dos cabezas y otros monstruos. Cuando las hermanas Dashwoods son expulsadas de su hogar, van a vivir a una isla llena de criaturas salvajes y oscuros secretos. Elinor, la más sensata de las dos, se enamora de Edward Ferrars, mientras a su hermana Marianne se la disputan el apuesto Willoughby y el temible coronel Brandon, mitad hombre y mitad monstruo. ¿Podrán las bellas hermanas encontrar el amor verdadero? ¿O caerán presas de los tentáculos que todo el tiempo intentan agarrarlas de los talones? De los creadores del éxito internacional Orgullo, prejuicio y zombis llega este magistral retrato de la Inglaterra de la Regencia que combina los mordaces apuntes sociales de Jane Austen con escenas ultraviolentas de monstruos surgidos de las profundidades el mar. Jane Austen es coautora del best-seller Orgullo y prejuicio y zombis, que ha sido traducido a casi veinte idiomas y que en breve será llevado al cine. Murió en 1817. Ben H. Winters es un escritor que reside en Brooklyn.

La popularísima novela de Jane Austen convertida en una enternecedora historia de amor con nuevas escenas pobladas de gigantescas langostas, pulpos voraces, serpientes marinas de dos cabezas y otros monstruos. Cuando las hermanas Dashwoods son expulsadas de su hogar, van a vivir a una isla llena de criaturas salvajes y oscuros secretos. Elinor, la más sensata de las dos, se enamora de Edward Ferrars, mientras a su hermana Marianne se la disputan el apuesto Willoughby y el temible coronel Brandon, mitad hombre y mitad monstruo. ¿Podrán las bellas hermanas encontrar el amor verdadero? ¿O caerán presas de los tentáculos que todo el tiempo intentan agarrarlas de los talones? De los creadores del éxito internacional Orgullo, prejuicio y zombis llega este magistral retrato de la Inglaterra de la Regencia que combina los mordaces apuntes sociales de Jane Austen con escenas ultraviolentas de monstruos surgidos de las profundidades el mar. Jane Austen es coautora del best-seller Orgullo y prejuicio y zombis, que ha sido traducido a casi veinte idiomas y que en breve será llevado al cine. Murió en 1817. Ben H. Winters es un escritor que reside en Brooklyn.

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Señores del Olimpo

Una novela de aventuras que nos adentra en el fabuloso mundo de los dioses griegos. El clima está cambiando y son muchos los que lo achacan a la impiedad de los hombres, protegidos de Zeus. Pero el rey de los dioses, se enfrenta a sus propios problemas. Los gigantes amenazan con marchar desde el lejano Norte sobre las tierras de los humanos. Éstos, cada vez más numerosos, ponen en peligro la existencia de sátiros, centauros y otras razas antiguas a las que hostigan en sus bosques ancestrales. Por si las intrigas y rencillas entre los mismos dioses fueran pocas, una criatura llamada Tifón, que asegura ser hijo de Cronos, amenaza con convertirse en el nuevo señor del Olimpo. Como antes que él hicieran Robert Graves, Mary Renault o Valerio Manfredi, Javier Negrete se ha adentrado en el fecundo terreno de la mitología griega y engarza los mitos para crear una novela que es la suma de multitud de registros, desde la narración de aventuras al relato de un viaje a un mundo nebuloso y arcaico en el que los hombres coexistían con los dioses y se veían arrastrados por sus intrigas, sus odios y sus devaneos amorosos.

Una novela de aventuras que nos adentra en el fabuloso mundo de los dioses griegos. El clima está cambiando y son muchos los que lo achacan a la impiedad de los hombres, protegidos de Zeus. Pero el rey de los dioses, se enfrenta a sus propios problemas. Los gigantes amenazan con marchar desde el lejano Norte sobre las tierras de los humanos. Éstos, cada vez más numerosos, ponen en peligro la existencia de sátiros, centauros y otras razas antiguas a las que hostigan en sus bosques ancestrales. Por si las intrigas y rencillas entre los mismos dioses fueran pocas, una criatura llamada Tifón, que asegura ser hijo de Cronos, amenaza con convertirse en el nuevo señor del Olimpo. Como antes que él hicieran Robert Graves, Mary Renault o Valerio Manfredi, Javier Negrete se ha adentrado en el fecundo terreno de la mitología griega y engarza los mitos para crear una novela que es la suma de multitud de registros, desde la narración de aventuras al relato de un viaje a un mundo nebuloso y arcaico en el que los hombres coexistían con los dioses y se veían arrastrados por sus intrigas, sus odios y sus devaneos amorosos.

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Second stage Lensman

EDITORIAL REVIEW: Edward E. “Doc” Smith’s visionary Lensmen series of stories began in 1934 in the pages of Amazing Stories, and when it finished in 1948 it was universally recognized as the greatest space opera yet written. In telling the tale of a cosmos-spanning battle between good and evil, the Lensmen saga encompassed two entire galaxies in collision, each home to a primordial race of nearly limitless power. On one side were the Arisians, uplifting agents of wisdom who had taken it upon themselves to mentor the younger races and steer them towards the enlightenment they called Civilization. On the other were the Eddorians, embodiments of crushing efficiency and unthinking obedience who had woven together a vast web of tyrannies called the Boskone, through which they plotted the enslavement of all life. As their greatest weapon in the fight against the Boskone, the Arisians created the Lenses — almost-living complexities of crystal that released and amplified their wearers’ latent psychic powers. Those chosen for this honor were called Lensmen, and as the leaders of the Galactic Patrol they formed Civilization’s spearhead against the Boskone. Within the Žlite ranks of the Lensmen was an even more rarified Žlite — the four Second Stage Lensmen, one from each of the races which the Arisians had chosen as the most capable defenders of their galaxy. It is one of these Second Stage Lensmen — the Velantian named Worsel — that David A. Kyle chose to headline his first authorized sequel to Smith’s Lensmen canon: The Dragon Lensman. As The Dragon Lensman opens, the Boskonian conspiracy seems to have been vanquished with its defeat at the great Battle of Klovia, and the victorious Galactic Patrol is busy re-orienting itself to face the new challenges of policing a galaxy instead of defending it against a ruthless invader. Among those adjusting to the new reality is Second Stage Lensman Worsel, the legendary warrior/scientist famed for his intelligence and dedication to the fight against ignorance and evil. Like all of his species, Worsel resembles the mythological dragons of old Tellus (Earth), with a sinewy, ten-meter-long body covered in scales and boasting great wings and terrifying claws and teeth. But Worsel’s real strength is his mind and its unmatched psychic abilities, concentrated and focused by the Lens shining among his many eye-stalks. And it is the intuition bred of that power that now draws Worsel to the Velantians’ incredible archive, the 18-mile-wide artificial moon known as the Planetoid of Knowledge, where he feels certain something important is waiting for him. He is right — but what awaits him on POK is more than he bargained for, and before long Worsel and his fellow Lensmen are racing against time to confront a threat that almost no one had thought possible: machines becoming self-aware and battling against organic Civilization, their calcuating computer brains invisible to any kind of psychic detection! To counter this new menace, the Dragon Lensman finds himself hurtling through space to rendez-vous with the one Lensman who understands robots well enough to strategize against an inorganic uprising — the mysterious Twenty-Four of Six, whose knowledge of machines turns out to be deeper and more hard-won than even Worsel could guess. Soon it becomes clear that Civilization will need every bit of that knowledge, and more besides, to face the enemies that are now revealing themselves. For behind the overt power there lurks a vastly more dangerous covert one, and to defeat it Worsel will not only have to challenge the worst fears of his race, but also discover the secret of the young Lensman with whom he must entrust his life — a secret that will shake the very foundations of the Galactic Patrol!

EDITORIAL REVIEW: Edward E. “Doc” Smith’s visionary Lensmen series of stories began in 1934 in the pages of Amazing Stories, and when it finished in 1948 it was universally recognized as the greatest space opera yet written. In telling the tale of a cosmos-spanning battle between good and evil, the Lensmen saga encompassed two entire galaxies in collision, each home to a primordial race of nearly limitless power. On one side were the Arisians, uplifting agents of wisdom who had taken it upon themselves to mentor the younger races and steer them towards the enlightenment they called Civilization. On the other were the Eddorians, embodiments of crushing efficiency and unthinking obedience who had woven together a vast web of tyrannies called the Boskone, through which they plotted the enslavement of all life. As their greatest weapon in the fight against the Boskone, the Arisians created the Lenses — almost-living complexities of crystal that released and amplified their wearers’ latent psychic powers. Those chosen for this honor were called Lensmen, and as the leaders of the Galactic Patrol they formed Civilization’s spearhead against the Boskone. Within the Žlite ranks of the Lensmen was an even more rarified Žlite — the four Second Stage Lensmen, one from each of the races which the Arisians had chosen as the most capable defenders of their galaxy. It is one of these Second Stage Lensmen — the Velantian named Worsel — that David A. Kyle chose to headline his first authorized sequel to Smith’s Lensmen canon: The Dragon Lensman. As The Dragon Lensman opens, the Boskonian conspiracy seems to have been vanquished with its defeat at the great Battle of Klovia, and the victorious Galactic Patrol is busy re-orienting itself to face the new challenges of policing a galaxy instead of defending it against a ruthless invader. Among those adjusting to the new reality is Second Stage Lensman Worsel, the legendary warrior/scientist famed for his intelligence and dedication to the fight against ignorance and evil. Like all of his species, Worsel resembles the mythological dragons of old Tellus (Earth), with a sinewy, ten-meter-long body covered in scales and boasting great wings and terrifying claws and teeth. But Worsel’s real strength is his mind and its unmatched psychic abilities, concentrated and focused by the Lens shining among his many eye-stalks. And it is the intuition bred of that power that now draws Worsel to the Velantians’ incredible archive, the 18-mile-wide artificial moon known as the Planetoid of Knowledge, where he feels certain something important is waiting for him. He is right — but what awaits him on POK is more than he bargained for, and before long Worsel and his fellow Lensmen are racing against time to confront a threat that almost no one had thought possible: machines becoming self-aware and battling against organic Civilization, their calcuating computer brains invisible to any kind of psychic detection! To counter this new menace, the Dragon Lensman finds himself hurtling through space to rendez-vous with the one Lensman who understands robots well enough to strategize against an inorganic uprising — the mysterious Twenty-Four of Six, whose knowledge of machines turns out to be deeper and more hard-won than even Worsel could guess. Soon it becomes clear that Civilization will need every bit of that knowledge, and more besides, to face the enemies that are now revealing themselves. For behind the overt power there lurks a vastly more dangerous covert one, and to defeat it Worsel will not only have to challenge the worst fears of his race, but also discover the secret of the young Lensman with whom he must entrust his life — a secret that will shake the very foundations of the Galactic Patrol!

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Se lo que estas pensando

Un hombre recibe una carta que le urge a pensar en un número, cualquiera. Cuando abre el pequeño sobre que acompaña al texto, siguiendo las instrucciones que figuran en la propia carta, se da cuenta de que el número allí escrito es exactamente en el que había pensado. David Gurney, un policía que después de 25 años de servicio se ha retirado al norte del Estado de Nueva York con su esposa, se verá involucrado en el caso cuando un conocido, el que ha recibido la carta, le pide ayuda para encontrar a su autor con urgencia. Pero lo que en principio parecía poco más que un chantaje se ha acabado convirtiendo en un caso de asesinato que además guarda relación con otros sucedidos en el pasado. Gurney deberá desentrañar el misterio de cómo este criminal parece capaz de leer la mente de sus víctimas en primer lugar, para poder llegar a establecer el patrón que le permita atraparlo.

Un hombre recibe una carta que le urge a pensar en un número, cualquiera. Cuando abre el pequeño sobre que acompaña al texto, siguiendo las instrucciones que figuran en la propia carta, se da cuenta de que el número allí escrito es exactamente en el que había pensado. David Gurney, un policía que después de 25 años de servicio se ha retirado al norte del Estado de Nueva York con su esposa, se verá involucrado en el caso cuando un conocido, el que ha recibido la carta, le pide ayuda para encontrar a su autor con urgencia. Pero lo que en principio parecía poco más que un chantaje se ha acabado convirtiendo en un caso de asesinato que además guarda relación con otros sucedidos en el pasado. Gurney deberá desentrañar el misterio de cómo este criminal parece capaz de leer la mente de sus víctimas en primer lugar, para poder llegar a establecer el patrón que le permita atraparlo.

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Se anuncia un asesinato

Los habitantes del apacible pueblecito de Chipping Cleghorn ven alterada su vida cotidiana ante un anuncio en el periódico local que dice: «Se anuncia un asesinato que tendrá lugar el viernes, 29 de octubre, en Little Paddocks, a las seis y media de la tarde». ¿Una broma infantil? ¿O un engaño destinado a asustar a la pobre Letitia Blacklock? Incapaz de resistir la lógica curiosidad, una multitud decide acudir al domicilio de la víctima de esa muerte anunciada en el día y la hora señalados. Cuando el reloj marca las seis y media, las luces se apagan y se oye un disparo… y los allí presentes comprobarán que lo que en apariencia no era más que una extravagancia se convierte en un asesinato que solo Miss Marple podrá desentrañar. «La historia más ingeniosa que escribió Agatha Christie», Daily Express **

Los habitantes del apacible pueblecito de Chipping Cleghorn ven alterada su vida cotidiana ante un anuncio en el periódico local que dice: «Se anuncia un asesinato que tendrá lugar el viernes, 29 de octubre, en Little Paddocks, a las seis y media de la tarde». ¿Una broma infantil? ¿O un engaño destinado a asustar a la pobre Letitia Blacklock? Incapaz de resistir la lógica curiosidad, una multitud decide acudir al domicilio de la víctima de esa muerte anunciada en el día y la hora señalados. Cuando el reloj marca las seis y media, las luces se apagan y se oye un disparo… y los allí presentes comprobarán que lo que en apariencia no era más que una extravagancia se convierte en un asesinato que solo Miss Marple podrá desentrañar. «La historia más ingeniosa que escribió Agatha Christie», Daily Express **

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Santo Tomás

Tomás de Aquino nació en 1225 en Roccasecca y murió en Fossanova en el año 1274. Estudiante, después profesor en la Universidad de París, fue en su siglo el intelectual más importante de la cristiandad. Metafísico y teólogo, unió la doble herencia del pensamiento griego y de la tradición patrística en esa enciclopedia del saber que se llama «Suma Teológica». Especialista en las cuestiones polémicas, se convirtió pronto en el sistemático que impuso verdades eternas. Santo Tomás no es un revolucionario. Es el hombre de la continuidad, más bien que de la ruptura. El catolicismo ha acogido su obra como la culminación ideal de su pensamiento.

Tomás de Aquino nació en 1225 en Roccasecca y murió en Fossanova en el año 1274. Estudiante, después profesor en la Universidad de París, fue en su siglo el intelectual más importante de la cristiandad. Metafísico y teólogo, unió la doble herencia del pensamiento griego y de la tradición patrística en esa enciclopedia del saber que se llama «Suma Teológica». Especialista en las cuestiones polémicas, se convirtió pronto en el sistemático que impuso verdades eternas. Santo Tomás no es un revolucionario. Es el hombre de la continuidad, más bien que de la ruptura. El catolicismo ha acogido su obra como la culminación ideal de su pensamiento.

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Sangre en el Diván

Edmundo Chirinos, reconocido psiquiatra de trayectoria pública es acusado por el asesinato de Roxana Vargas. Ibéyise Pacheco tuvo la oportunidad de entrevistar en numerosas ocasiones a los implicados y relacionados con el caso, y en especial al doctor Chirinos. Con la acuciosidad de la periodista incisiva que es Ibéyise, el juicio será el escenario de partida de este profundo trabajo de investigación que reconstruye y da cuenta de la personalidad enigmática de Chirinos, la truculencia del caso, los testimonios dramáticos de las víctimas, los archivos de la fiscalía, y en grado mayor los encuentros con el doctor en los que la periodista interroga, deja hablar, persuade, y en ese forcejeo se revela la retorcida y decadente brillantez del doctor. Ibéyise no elude las escenas más crudas, deja que lo explícito se muestre y mientras, como telón de fondo, un acercamiento al carácter nacional, quizá dislocado, quebrado psíquicamente. El estilo de Ibéyise es preciso, apunta el dato, no deja cabos sueltos y resuelve en la sentencia el suspenso del reportaje que deviene relato. Chirinos ha sido condenado a veinte años de prisión.

Edmundo Chirinos, reconocido psiquiatra de trayectoria pública es acusado por el asesinato de Roxana Vargas. Ibéyise Pacheco tuvo la oportunidad de entrevistar en numerosas ocasiones a los implicados y relacionados con el caso, y en especial al doctor Chirinos. Con la acuciosidad de la periodista incisiva que es Ibéyise, el juicio será el escenario de partida de este profundo trabajo de investigación que reconstruye y da cuenta de la personalidad enigmática de Chirinos, la truculencia del caso, los testimonios dramáticos de las víctimas, los archivos de la fiscalía, y en grado mayor los encuentros con el doctor en los que la periodista interroga, deja hablar, persuade, y en ese forcejeo se revela la retorcida y decadente brillantez del doctor. Ibéyise no elude las escenas más crudas, deja que lo explícito se muestre y mientras, como telón de fondo, un acercamiento al carácter nacional, quizá dislocado, quebrado psíquicamente. El estilo de Ibéyise es preciso, apunta el dato, no deja cabos sueltos y resuelve en la sentencia el suspenso del reportaje que deviene relato. Chirinos ha sido condenado a veinte años de prisión.

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San Pablo: La fundación del universalismo

¿Por qué San Pablo? ¿Por qué requerir a este «apóstol», tanto más sospechoso cuanto que, con toda evidencia, se autoproclamó tal, y su nombre está comúnmente asociado a las dimensiones más institucionales y menos abiertas del cristianismo? ¿Y qué uso pretendemos hacer del dispositivo de fe cristiana, de la cual parece claramente imposible disociar la figura y los textos de Pablo? ¿Por qué invocar y analizar esta fábula? Lo que nos llama la atención de la obra de Pablo es esa conexión paradójica, de la cual es el inventor, entre un sujeto sin identidad y una ley sin soporte, que funda en la historia la posibilidad de una predicación universal. El gesto inaudito de Pablo es sustraer la verdad del control comunitario, trátese de un pueblo, de una ciudad, de un imperio, de un territorio o de una clase social. Volver a pensar este gesto y su fuerza instituyente, desplegar sus enredos, es, sin duda, una necesidad contemporánea. Porque la cuestión de Pablo es exactamente la nuestra: ¿cuáles son las condiciones de una singularidad universal?

¿Por qué San Pablo? ¿Por qué requerir a este «apóstol», tanto más sospechoso cuanto que, con toda evidencia, se autoproclamó tal, y su nombre está comúnmente asociado a las dimensiones más institucionales y menos abiertas del cristianismo? ¿Y qué uso pretendemos hacer del dispositivo de fe cristiana, de la cual parece claramente imposible disociar la figura y los textos de Pablo? ¿Por qué invocar y analizar esta fábula? Lo que nos llama la atención de la obra de Pablo es esa conexión paradójica, de la cual es el inventor, entre un sujeto sin identidad y una ley sin soporte, que funda en la historia la posibilidad de una predicación universal. El gesto inaudito de Pablo es sustraer la verdad del control comunitario, trátese de un pueblo, de una ciudad, de un imperio, de un territorio o de una clase social. Volver a pensar este gesto y su fuerza instituyente, desplegar sus enredos, es, sin duda, una necesidad contemporánea. Porque la cuestión de Pablo es exactamente la nuestra: ¿cuáles son las condiciones de una singularidad universal?

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Saltar al vacío

¿Existen el momento perfecto y la edad perfecta para el amor? Cuando Alexia era pequeña, solo quería pintar. Hasta que creció y descubrió que deseaba algo más que convertir sus sentimientos en obras de arte; le deseaba a él. Por encima de todo. Pero cuando lo tuvo por primera vez, lo perdió. Y cuando creyó recuperarlo, fue solo un espejismo. Cuando José era un adolescente, los ojos de una niña le recordaron que no estaba solo en el mundo, y sin decirle nada se aferró a ellos. Años más tarde, la propietaria de esos ojos le rompió el corazón. Después él se lo rompió a ella. Sus caminos se cruzan una y otra vez, mientras se preguntan si están mejor separados o en realidad están perdidos el uno sin el otro, y que llegará el día en que deberán a saltar al vacío. Anna Casanovas ha recibido el Premio Rincón Romántico a la mejor autora de 2013, y su novela Doce años y un instante ha sido distinguida como la mejor novela contemporánea de ese año. Amar a alguien es como saltar al vacío, nunca sabes qué pasará si no te atreves a lanzarte…

¿Existen el momento perfecto y la edad perfecta para el amor? Cuando Alexia era pequeña, solo quería pintar. Hasta que creció y descubrió que deseaba algo más que convertir sus sentimientos en obras de arte; le deseaba a él. Por encima de todo. Pero cuando lo tuvo por primera vez, lo perdió. Y cuando creyó recuperarlo, fue solo un espejismo. Cuando José era un adolescente, los ojos de una niña le recordaron que no estaba solo en el mundo, y sin decirle nada se aferró a ellos. Años más tarde, la propietaria de esos ojos le rompió el corazón. Después él se lo rompió a ella. Sus caminos se cruzan una y otra vez, mientras se preguntan si están mejor separados o en realidad están perdidos el uno sin el otro, y que llegará el día en que deberán a saltar al vacío. Anna Casanovas ha recibido el Premio Rincón Romántico a la mejor autora de 2013, y su novela Doce años y un instante ha sido distinguida como la mejor novela contemporánea de ese año. Amar a alguien es como saltar al vacío, nunca sabes qué pasará si no te atreves a lanzarte…

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Salem’s Lot (Edición Ilustrada)

Ben Mears, escritor de éxito, creció en la pequeña ciudad de Jerusalem’s Lot, en Maine, que había abandonado hacía años. Ahora, después de la muerte de su mujer, ha decidido volver con la intención de escribir un libro sobre Marsten House, la mansión abandonada que le había producido tantas pesadillas de niño. Durante los años treinta Marsten House fue la residencia de un gángster que se suicidó en ella. Después de su muerte se descubrió que había asesinado a varios niños. Para su sorpresa, Ben descubre que alguien había comprado la casa: dos hombres de negocios, Straker y Barlow. Nadie había visto nunca al primero. La llegada de Ben coincide con la desaparición de un niño… y luego de otro. Además, la ciudad entera está cambiando: se está convirtiendo en una ciudad de fantasmas, o en algo mucho peor: de seres que solo salen de noche. Ben y dos amigos suyos se ven obligados a emprender una lucha a muerte contra las espeluznantes fuerzas del mal… En 1975 Stephen King publicó su segunda novela, Salem’s Lot. Más de treinta años después aquí está la versión completa de dicha novela, que incorpora cincuenta páginas que habían sido eliminadas. El libro incluye además una nueva introducción escrita por el autor, dos relatos inéditos sobre los personajes y una serie de fotografías que reflejan perfectamente el ambiente, opresivo y subyugante, de la obra. Hoy en día, Salem’s Lot se considera una de las obras más significativas de su autor y su energía diabólica sigue estremeciendo a los lectores.

Ben Mears, escritor de éxito, creció en la pequeña ciudad de Jerusalem’s Lot, en Maine, que había abandonado hacía años. Ahora, después de la muerte de su mujer, ha decidido volver con la intención de escribir un libro sobre Marsten House, la mansión abandonada que le había producido tantas pesadillas de niño. Durante los años treinta Marsten House fue la residencia de un gángster que se suicidó en ella. Después de su muerte se descubrió que había asesinado a varios niños. Para su sorpresa, Ben descubre que alguien había comprado la casa: dos hombres de negocios, Straker y Barlow. Nadie había visto nunca al primero. La llegada de Ben coincide con la desaparición de un niño… y luego de otro. Además, la ciudad entera está cambiando: se está convirtiendo en una ciudad de fantasmas, o en algo mucho peor: de seres que solo salen de noche. Ben y dos amigos suyos se ven obligados a emprender una lucha a muerte contra las espeluznantes fuerzas del mal… En 1975 Stephen King publicó su segunda novela, Salem’s Lot. Más de treinta años después aquí está la versión completa de dicha novela, que incorpora cincuenta páginas que habían sido eliminadas. El libro incluye además una nueva introducción escrita por el autor, dos relatos inéditos sobre los personajes y una serie de fotografías que reflejan perfectamente el ambiente, opresivo y subyugante, de la obra. Hoy en día, Salem’s Lot se considera una de las obras más significativas de su autor y su energía diabólica sigue estremeciendo a los lectores.

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Sakura

Nel 1990, il Ritratto del dottor Gachet di Vincent Van Gogh viene battuto all’asta per la cifra record di 82 milioni e mezzo di dollari. L’acquirente è il magnate giapponese Ryoei Saito. Ma il governo nipponico, per quanto fiero del suo illustre cittadino, decide di imporgli una tassa esorbitante per il possesso del quadro. Saito, indignato, annuncia alla stampa internazionale che il destino dell’opera è di sparire con lui. E l’annuncio diventerà realtà nel 1996 quando, alla sua morte, del quadro si perdono le tracce, forse bruciato insieme alle spoglie del suo vendicativo proprietario. Per venticinque anni su questo mistero si sono versati letteralmente fiumi di inchiostro, le speculazioni si sono avvicendate senza sosta. Ed è per risolvere questo enigma che entrano in scena i cinque personaggi protagonisti di questo romanzo. La bella pittrice italiana Gabriella, il mercante d’arte olandese Hubert, lo street artist inglese Oliver, l’infermiera francese Odette e infine John, un energumeno tuttofare del Michigan. Non si sono mai visti prima, ma ciascuno di loro si è presentato alla galleria d’arte parigina nel caldo agostano dopo aver ricevuto un misterioso invito, e soprattutto un generoso versamento sul conto corrente. Hanno poco a che spartire, i membri di questa strana squadra, ciascuno però con una skill utile a risolvere il giallo del capolavoro scomparso. Da Parigi voleranno fino in Giappone dove, all’ombra dello spirito irrequieto di Saito, incontreranno difficoltà insormontabili, situazioni sinistre in un viaggio di formazione che cambierà per sempre le loro esistenze. Dall’autrice bestseller di romanzi storici d’avventura,ecco la narrazione coinvolgente di unodei più intriganti misteri del mondo dell’arte in cui la tradizione della cultura giapponese si intreccia magicamente con la pittura degli impressionisti, le incisioni dell’ukiyo-e e l’ispirazione dell’arte urbana. I suoi colori hanno la forza e il carattere dei protagonisti, mentre sullo sfondo i sakura, i ciliegi in fiore, appaiono come una straordinaria allegoria della bellezza e della fugacità della vita.

Nel 1990, il Ritratto del dottor Gachet di Vincent Van Gogh viene battuto all’asta per la cifra record di 82 milioni e mezzo di dollari. L’acquirente è il magnate giapponese Ryoei Saito. Ma il governo nipponico, per quanto fiero del suo illustre cittadino, decide di imporgli una tassa esorbitante per il possesso del quadro. Saito, indignato, annuncia alla stampa internazionale che il destino dell’opera è di sparire con lui. E l’annuncio diventerà realtà nel 1996 quando, alla sua morte, del quadro si perdono le tracce, forse bruciato insieme alle spoglie del suo vendicativo proprietario. Per venticinque anni su questo mistero si sono versati letteralmente fiumi di inchiostro, le speculazioni si sono avvicendate senza sosta. Ed è per risolvere questo enigma che entrano in scena i cinque personaggi protagonisti di questo romanzo. La bella pittrice italiana Gabriella, il mercante d’arte olandese Hubert, lo street artist inglese Oliver, l’infermiera francese Odette e infine John, un energumeno tuttofare del Michigan. Non si sono mai visti prima, ma ciascuno di loro si è presentato alla galleria d’arte parigina nel caldo agostano dopo aver ricevuto un misterioso invito, e soprattutto un generoso versamento sul conto corrente. Hanno poco a che spartire, i membri di questa strana squadra, ciascuno però con una skill utile a risolvere il giallo del capolavoro scomparso. Da Parigi voleranno fino in Giappone dove, all’ombra dello spirito irrequieto di Saito, incontreranno difficoltà insormontabili, situazioni sinistre in un viaggio di formazione che cambierà per sempre le loro esistenze. Dall’autrice bestseller di romanzi storici d’avventura,ecco la narrazione coinvolgente di unodei più intriganti misteri del mondo dell’arte in cui la tradizione della cultura giapponese si intreccia magicamente con la pittura degli impressionisti, le incisioni dell’ukiyo-e e l’ispirazione dell’arte urbana. I suoi colori hanno la forza e il carattere dei protagonisti, mentre sullo sfondo i sakura, i ciliegi in fiore, appaiono come una straordinaria allegoria della bellezza e della fugacità della vita.

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Sábado, Domingo

**La nueva novela de Ray Loriga: Premio Alfaguara de novela 2017**
**El tiempo es nuestro único juez y el domingo siempre llega.**
*«Todo el mundo tiene un recuerdo oscuro, una medusa tenebrosa que, en perfecta simetría, mancha el futuro de su existencia.»*
*Sábado, domingo* narra una historia y la vuelve a contar años después. En la primera, un adolescente relata un suceso escabroso del verano anterior. Junto con su amigo Chino, salen un sábado y ligan con una camarera. La noche parece ir bien, hasta que todo se tuerce y acaba en desastre: es un funesto sábado que nuestro narrador se niega a recordar. Pero después de cada sábado, viene un domingo.
Veinticinco años después, ese adolescente, que ahora es un hombre con muchas malas decisiones a cuestas, acompaña a su hija a la fiesta de Halloween en el Colegio Internacional de las afueras de Madrid.Allí comparte charla con una mujer desconocida que se oculta tras la máscara de un disfraz. La conversación, intrascendente en apariencia, pronto lo conduce a aquella noche. No hay más remedio que aceptar que finalmente es domingo, el día que nos obliga a enfrentarnos a nuestro pasado.
*Sábado, domingo* es una novela sobre la culpa, sobre las deudas que se asumen como propias en la vida y sobre la huida que se impone cuando aceptar la realidad parece no ser posible.
**La crítica ha dicho sobre el autor y su obra:**
«Parece que la prosa de Loriga sea sencilla, amistosa, superficial incluso. Es falso (bueno, amistosa sí que lo es), el término exacto es otro: levedad. […] Esa levedad de la culpa, de la desesperación y del ritmo es una huella de madurez y una garantía de modernidad vigente. […] Una escritura muy elegante.»
Nadal Suau, *El Cultural*
«Nos remonta gozosamente al mejor Loriga […]. Sin duda hay que apuntar desde ya esta nueva novela entre las mejores de su obra.»
Juan Marqués, *La Esfera de Papel* de *El Mundo*
«Ray Loriga es un fascinante cruce entre Marguerite Duras y Jim Thompson.»
Pedro Almodóvar
«Ray Loriga destila genio en cada página.»
*Scotland on Sunday*
«Loriga es la estrella del rock de las letras europeas.»
*The New York Times*
«Loriga se ha unido al selecto grupo de escritores que -como Houellebecq y Murakami- están redefiniendo la ficción del siglo XXI.»
Wayne Burrows, *The Big Issue*
«Loriga añade anhelo romántico e inteligencia original a una figura cada vez más ubicua, el héroe neurótico, esa alma difuminada en un país de las maravillas transnacional lleno de ingeniería neuroquímica y negras intrigas.»
Sam Lipsyte, *The New York Times*
**Sobre *Rendición:***
«Lean el libro de Ray Loriga. Es realmente fantástico. Es increíble.»
Gael García Bernal
«Es un libro excepcional[…]. Los lectores se verán obligados a detenerse de las maneras más dolorosas posibles.»
Guillermo Arriaga
«Una novela ambiciosa. […] Una quiebra importante en la carrera literaria de Ray Loriga.»
Manuel Jabois
«Me conmovió tanto su lenguaje como su pesimismo. […] Ray se me aparecía como una suerte de campesino acodado a la mesa contando su propia vida y haciéndola pedazos. Creo que este libro me dio mucho. Fue un inmenso regalo.»
Elena Poniatowska
«Cuando a veces la vida nos pone a un paso del naufragio, encontramos un libro concreto que se convierte en nuestra tabla de salvación y nos permite salir a flote. Es así de claro y transparente.»
Óscar López, *Página Dos*
«Loriga ha conseguido algo difícil: hacer un libro sencillo, fácil (y transparente) cuyas lecturas no se agotan en una tesis ideológica.»
Carlos Pardo, *Babelia*
«Si Loriga no quería seguir cantando la misma canción lo ha conseguido. En estas páginas gasta una voz personalísima […].»
Ángeles López, *La Razón*
«Un libro de extraordinaria madurez y de una consolidada y atrevida tristeza.»
Juan Cruz
«Una metáfora del mundo contemporáneo arriesgada y ambiciosa narrada con ternura y oficio.»
Santiago Roncagliolo, *El Comercio*
«La voz del protagonista sin nombre de Loriga es poderosa, envolvente y sencilla […]. *Rendición* es el paradigma de esta era.»
Berna González Harbour, *Zenda Libros*
« *Rendición* es una novela excepcional y posee una profundidad desarmante de la que no deja de manar luz. […] Es un regalo, una elegía de tuétano lírico e irresistible. Un ejemplo de mestizaje literario con estética y ética cinematográfica.»
Sonia Fides, *Heraldo de Aragón*
«Repleta de frases memorables, algunas de ellas imposibles de no subrayar o de no tuitear en el mismo instante, valiente en su concepción […], insospechada en su humor, que a veces se cuelacomo una niebla de madrugada.»
Salvador Gutiérrez Solís, *El Día de Córdoba*

**La nueva novela de Ray Loriga: Premio Alfaguara de novela 2017**
**El tiempo es nuestro único juez y el domingo siempre llega.**
*«Todo el mundo tiene un recuerdo oscuro, una medusa tenebrosa que, en perfecta simetría, mancha el futuro de su existencia.»*
*Sábado, domingo* narra una historia y la vuelve a contar años después. En la primera, un adolescente relata un suceso escabroso del verano anterior. Junto con su amigo Chino, salen un sábado y ligan con una camarera. La noche parece ir bien, hasta que todo se tuerce y acaba en desastre: es un funesto sábado que nuestro narrador se niega a recordar. Pero después de cada sábado, viene un domingo.
Veinticinco años después, ese adolescente, que ahora es un hombre con muchas malas decisiones a cuestas, acompaña a su hija a la fiesta de Halloween en el Colegio Internacional de las afueras de Madrid.Allí comparte charla con una mujer desconocida que se oculta tras la máscara de un disfraz. La conversación, intrascendente en apariencia, pronto lo conduce a aquella noche. No hay más remedio que aceptar que finalmente es domingo, el día que nos obliga a enfrentarnos a nuestro pasado.
*Sábado, domingo* es una novela sobre la culpa, sobre las deudas que se asumen como propias en la vida y sobre la huida que se impone cuando aceptar la realidad parece no ser posible.
**La crítica ha dicho sobre el autor y su obra:**
«Parece que la prosa de Loriga sea sencilla, amistosa, superficial incluso. Es falso (bueno, amistosa sí que lo es), el término exacto es otro: levedad. […] Esa levedad de la culpa, de la desesperación y del ritmo es una huella de madurez y una garantía de modernidad vigente. […] Una escritura muy elegante.»
Nadal Suau, *El Cultural*
«Nos remonta gozosamente al mejor Loriga […]. Sin duda hay que apuntar desde ya esta nueva novela entre las mejores de su obra.»
Juan Marqués, *La Esfera de Papel* de *El Mundo*
«Ray Loriga es un fascinante cruce entre Marguerite Duras y Jim Thompson.»
Pedro Almodóvar
«Ray Loriga destila genio en cada página.»
*Scotland on Sunday*
«Loriga es la estrella del rock de las letras europeas.»
*The New York Times*
«Loriga se ha unido al selecto grupo de escritores que -como Houellebecq y Murakami- están redefiniendo la ficción del siglo XXI.»
Wayne Burrows, *The Big Issue*
«Loriga añade anhelo romántico e inteligencia original a una figura cada vez más ubicua, el héroe neurótico, esa alma difuminada en un país de las maravillas transnacional lleno de ingeniería neuroquímica y negras intrigas.»
Sam Lipsyte, *The New York Times*
**Sobre *Rendición:***
«Lean el libro de Ray Loriga. Es realmente fantástico. Es increíble.»
Gael García Bernal
«Es un libro excepcional[…]. Los lectores se verán obligados a detenerse de las maneras más dolorosas posibles.»
Guillermo Arriaga
«Una novela ambiciosa. […] Una quiebra importante en la carrera literaria de Ray Loriga.»
Manuel Jabois
«Me conmovió tanto su lenguaje como su pesimismo. […] Ray se me aparecía como una suerte de campesino acodado a la mesa contando su propia vida y haciéndola pedazos. Creo que este libro me dio mucho. Fue un inmenso regalo.»
Elena Poniatowska
«Cuando a veces la vida nos pone a un paso del naufragio, encontramos un libro concreto que se convierte en nuestra tabla de salvación y nos permite salir a flote. Es así de claro y transparente.»
Óscar López, *Página Dos*
«Loriga ha conseguido algo difícil: hacer un libro sencillo, fácil (y transparente) cuyas lecturas no se agotan en una tesis ideológica.»
Carlos Pardo, *Babelia*
«Si Loriga no quería seguir cantando la misma canción lo ha conseguido. En estas páginas gasta una voz personalísima […].»
Ángeles López, *La Razón*
«Un libro de extraordinaria madurez y de una consolidada y atrevida tristeza.»
Juan Cruz
«Una metáfora del mundo contemporáneo arriesgada y ambiciosa narrada con ternura y oficio.»
Santiago Roncagliolo, *El Comercio*
«La voz del protagonista sin nombre de Loriga es poderosa, envolvente y sencilla […]. *Rendición* es el paradigma de esta era.»
Berna González Harbour, *Zenda Libros*
« *Rendición* es una novela excepcional y posee una profundidad desarmante de la que no deja de manar luz. […] Es un regalo, una elegía de tuétano lírico e irresistible. Un ejemplo de mestizaje literario con estética y ética cinematográfica.»
Sonia Fides, *Heraldo de Aragón*
«Repleta de frases memorables, algunas de ellas imposibles de no subrayar o de no tuitear en el mismo instante, valiente en su concepción […], insospechada en su humor, que a veces se cuelacomo una niebla de madrugada.»
Salvador Gutiérrez Solís, *El Día de Córdoba*

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Rumores de los no muertos

El agente especial de la FBI Andy Gray solía tenerlo todo controlado. Pero eso fue antes de que la aterradora criatura que una vez había sido su compañero y amigo atacara a su familia. Ahora Gray busca respuestas pero sólo encuentra más preguntas y todas ellas parecen conducir a la aislada población de Barrow, Alaska, un lugaar que ya ha tenido su dosis de horror. Andy Gray no tiene ni idea de en qué se ha metido, y está a punto de descubrir lo peligrosas que pueden llegar a ser algunas leyendas cuando resultan ser reales…

El agente especial de la FBI Andy Gray solía tenerlo todo controlado. Pero eso fue antes de que la aterradora criatura que una vez había sido su compañero y amigo atacara a su familia. Ahora Gray busca respuestas pero sólo encuentra más preguntas y todas ellas parecen conducir a la aislada población de Barrow, Alaska, un lugaar que ya ha tenido su dosis de horror. Andy Gray no tiene ni idea de en qué se ha metido, y está a punto de descubrir lo peligrosas que pueden llegar a ser algunas leyendas cuando resultan ser reales…

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